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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
o meu primeiro dia de aulas
O meu primeiro dia de aulas realizou-se no dia 15 de setembro, às nove horas.
Fomos para a sala ter Formação Cívica. Este ano recebemos um aluno novo de nome Martim.
Vimos o grupo de teatro “Pandora” a apresentar uma história que se chamava “O Rei que comia livros”. Os atores eram uma menina e um menino. O menino fazia de rei e de livros. A menina fazia de Vocabulário e de empregada do rei. O que mais adorei foi quando eles começaram a dançar. Eu “morri” a rir.
Depois de imensa brincadeira fomos para casa descansar e tivemos o resto do dia livre.
Adorei o meu primeiro dia de aulas.

Nome: Maria Inês Pereira Pinto
Data: Penafiel, 15 de setembro de 2011
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
esqueleto humano
Esqueleto humano
O esqueleto humano é uma estrutura móvel e flexível.
Cabeça/Crânio
Na cabeça encontramos os ossos do crânio e os ossos da face. Os ossos da face são: dois nasais, dois malares, um maxilar superior que é uma estrutura fixa, e um maxilar inferior, que é móvel.
Os ossos do crânio são: um frontal, dois parietais, dois temporais e um occipital.
Tronco
Os principais ossos do tronco são: a coluna vertebral, o esterno e as costelas.
A coluna vertebral, com a forma aproximada de um S (vista de perfil), suporta a cabeça e o tronco e é formada por 33 vértebras.
O esterno é um osso plano ligado às costelas.
A coluna vertebral, o esterno e as costelas constituem a caixa torácica.
Há doze pares de costelas:
· Os sete primeiros pares chamam-se costelas verdadeiras e estão ligadas ao esterno;
· Os três pares seguintes chamam-se costelas falsas e estão ligadas entre si;
· Os dois últimos pares chamam-se costelas flutuantes e só estão ligadas à coluna vertebral.
Membro superior
Os membros superiores são formados por: braço, antebraço e mão.
O braço tem um único osso, o úmero; o antebraço é formado por dois ossos, o rádio e o cúbito; a mão é formada pelo carpo, metacarpo e falanges (falange, falanginha e falangeta).
Maria Inês
Regresso a Ítaca – continuação da história.
Ulisses estava completamente enganado. A ilha não era deserta. Existiam imensos ciclopes. Tantos que ninguém os teria conseguido contar.
Escutaram em silêncio e ouviram muitos estrondos:
- Bum… pum…bum…
Eram os perigosíssimos ciclopes.
Ulisses e os marinheiros ficaram aterrorizados.
Andaram, andaram e, de repente, encontraram um cientista de ciclopes escondido numa velhíssima e péssima gruta azul do lindo oceano. O nome dele era Rui.
Rui contou que vivia na gruta azul há mais de vinte anos.
Ulisses teve a ideia de Rui construir um portal que desse para eles se tele transportarem para Ítaca. O portal foi construído com botões dos seus casacos.
Eles carregaram no botão de nome Ítaca e apareceu a imagem da cidade.
Logo saltaram para dentro do portal e Rui juntou-se a eles para seguir na mesma viagem.
Nome: Maria Inês
Lenda de S. Valentim

As comemorações de 14 de Fevereiro, dia de S. Valentim, como dia dos namorados, têm várias explicações – umas de tradição cristã, outras de tradição romana, pagã.
A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados pensa-se ter vivido no século III, em Roma, tendo morrido como mártir no ano 270. Em 496, o papa Gelásio reservou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim.
Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; não conseguindo levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. E a solução que encontrou… foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem do imperador e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos casais em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.
A lenda tem ainda algumas variantes que acrescentam pormenores a esta história. Segundo uma delas, enquanto estava na prisão Valentim era visitado pela filha do seu guarda, com quem mantinha longas conversas e de quem se tornou amigo. No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim».
Quanto à tradição pagã, pode fundir-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) um festival, os Lupercalia. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua «namorada» durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia).
Com a cristianização progressiva dos costumes romanos, a festa de Primavera, comemorada a 15 de Fevereiro, deu lugar às comemorações em honra do santo, a 14 de Fevereiro.
Há também quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação a S. Valentim, mas deve-se ao facto de assinalar o princípio da época de acasalamento das aves.
Com o decorrer do tempo, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França – e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializados no início do século XIX. Actualmente, o dia de S. Valentim é comemorado em muitos países do mundo como pretexto para os casais de namorados trocarem presentes.
Retrato Físico e Psicológico
O meu amigo tem nove anos e é do sexo masculino.
O rosto dele é magro, bochechudo, corado e oval. Os olhos são de cor castanha, como as árvores e pequenos. A boca é pequena e os lábios são finos. Tem o cabelo loiro e curto e o nariz é arrebitado. É magro e baixo.
Ele é agressivo, também pensativo, alegre, educado, amigo dos animais e das pessoas.
É muito meu amigo.
06.10.2011
Maria Inês
A Viagem
Ele estava lá, num canto da sala cinco, da turma oito do quarto ano. Dentro, viviam catorze peixinhos de água doce. Uns maiores outros menores, uns debaixo das conchas, outros sobre as pedras que estavam num aquário...
A sua vida era tão aborrecida! Dias e dias, meses e meses, num pequeno espaço com a forma de um paralelepípedo transparente.
Ao seu lado também vivia um globo que enfeitava a sala. De vez em quando, um ser esquisito aparecia e colocava as mãos e os dedos sobre ele como se estivesse a mostrar alguma coisa a outros seres, também eles muito estanhos e pequenitos.
Os peixinhos olhavam para o globo e imaginavam como seria tão bom saltar os mares e oceanos do seu vizinho do lado!
- Globo… globo… – Sussurravam alguns dos peixinhos – Estás acordado?
- Sim – respondeu o globo – Acabei de acordar com o barulho dos pequenitos a entrar.
- Que saudades eu tenho das águas calmas do rio onde eu e os meus irmãos morávamos! – lamentou-se um dos peixinhos.
- Como eu vos entendo! Sempre metidos nesse espaço tão pequeno, tendo eu tantos rios para vos receber! – Exclamou o globo.
Ouviram-se passos e todos se calaram. Como sempre acontecia todas as manhãs, um dos pequenitos ia alimentar os peixes. Abriu a tampa e, …
- Saltem, saltem… – gritou o globo entusiasmado – Aproveitem agora que a tampa está aberta.
Os peixes saltaram todos, um de cada vez. E foram viajando por rios e rios.
No fim do dia, os peixes já sentiam fome, saudades do seu pequeno aquário, dos pequenitos, …
Decidiram voltar para casa e continuaram as suas vidas no pequeno aquário.
Maria Inês Pereira Pinto
10.01.12
Maria Inês Pereira Pinto
10.01.12
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Planeta Novo
Planeta Novo
Antigamente, havia um cavaleiro chamado Zézé, que vivia no planeta Mágico e que queria encontrar um novo planeta.
Viajou pelo planeta Vitória. A Maria, que vivia no país Luminoso, deu-lhe um dragão sábio para o ajudar.
O Zézé viajou com o dragão pelo espaço fora.
De repente, viu um buraco negro que, depois de algum tempo, transformou-se num grande, novo e bonito planeta.
Ele viveu lá!
Vitória, Vitória, acabou-se a história.
Realizado por: Maria Inês
6 de Fevereiro de 2011
O Inverno
O inverno
Este ano, o inverno começou no dia 21 de dezembro. Nesta estação do ano há muito frio, muito vento, neve, granizo, troveja muito e há muitas inundações.
No inverno a roupa é sempre de lã quentinha e utilizamos sobretudo, kispos, luvas, cachecóis...
Na Natureza algumas árvores estão despidas e por vezes caem por causa dos ventos fortes.
No inverno há laranjas, kiwis, tangerinas, azeitonas. Os lavradores fazem a poda e colhem azeitonas para fazerem o azeite.
Festejamos o Natal, o Ano Novo, o Dia de Reis e o Carnaval.
Nos dias 25 de dezembro e 1 de janeiro é feriado. Também temos o Carnaval nos meses de fevereiro ou março.
Não gosto muito do inverno porque é uma estação fria e triste. Mas gosto dele porque posso ir brincar com os meus pais, o meu irmão e com os meus amigos para a neve.
Feito por: Maria Inês
21 de Janeiro de 2011
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
A amizade
A amizade deve ser verdadeira.
Eu sei disso porque já vi.
Por isso, nunca façam isso, sejam verdadeiros!
Eu sei disso porque já vi.
Por isso, nunca façam isso, sejam verdadeiros!
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